Bilhetes Ryan Fidelis apresenta “Tons de Marrom” | Venda Oficial
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Revelação do Pop e R&B, Ryan Fidelis conta história de amor preto no álbum “Tons de Marrom”
Cantor catarinense de 21 anos cria narrativa em três atos em seu segundo álbum, com participações de Nina, Maui, YOÙN e produção de Julio Mossil e JOK3R
Há quatro anos, o catarinense Ryan Fidelis teve a ideia de fazer seu primeiro disco, porém, queria contar uma história e percebeu que ainda não teria como desenvolvê-la da melhor forma. Nascia assim o embrião para o que virou o segundo álbum, “Tons de Marrom”, que tem produção musical do próprio Ryan em conjunto com Julio Mossil e JOK3R, mixagem de Duda Raupp e masterização de Vander Carneiro e é uma parceria com o selo Cuervo Musica. O disco sai após Ryan ter sido escolhido como um dos artistas do programa AMPLIFIKA, do Spotify Brasil, que o colocou em evidência na Times Square, em Nova York.
“Desde que esse disco surgiu como ideia na minha cabeça, eu já tinha ele como um xodó, assim, né? Então, sempre achei que eu precisava lançar ele no momento certo. Do jeito que ele merecia ser visto. ‘Tons de Marrom’ é uma história. Tipo, vai aparecer um filme sem imagem, basicamente. Pra tu conseguir visualizar uma história, um filme, algo nesse sentido. Só escutando as músicas. Tu consegue entender o começo, o meio e fim de tudo. E, musicalmente, também acho que eu tô muito mais maduro. Nesse sentido, acho que eu consegui potencializar aquilo que eu já fazia. Experimentar um pouco de coisas que eu ainda não tinha experimentado. E... Tudo isso de um jeito que faça sentido dentro do disco”, comenta o artista.
“Tons de Marrom” consolida Ryan como um dos principais destaques da cena do R&B brasileiro e uma revelação do Pop nacional. O álbum chega após o lançamento do disco “ALMA”, de janeiro de 2025, e do EP “Noir”, que saiu em janeiro de 2026, ambos produzidos pelo próprio Ryan em seu home studio em Florianópolis e que somam mais de 5M de streams em todas as plataformas digitais.
Como complemento audiovisual, “Tons de Marrom” sai acompanhado de um curta metragem que conta a história do disco, através da relação dos personagens “Rosa Maria”, que também dá nome ao primeiro single lançado, e Caique, interpretados por Wanessa Vieira e Murilo Sousa, respectivamente. A direção é de Thiago Veiga & Gabriel HP, tem concepção do próprio Ryan, com roteiro de Natalia Martins.
O vídeo também faz parte do clipe da canção “Corpo Suado” uma parceria com a carioca Nina, - outra nova revelação do R&B nacional - e foi gravado em São Paulo, no Centro Cultural Charada, locadora e loja de vinis da Zona Leste da cidade, e em um apartamento na Zona Central. Eles são responsáveis por mostrar esse início da concepção de um álbum que, segundo o artista, foi pensado em 3 atos.
Ato I
Composto pelas músicas “Rosa Maria”, “Levitou” feat Maui, “Mais Que isso” feat Jok3r e “Corpo Suado”, tem canções mais animadas e que trazem essa mensagem da alegria de um novo amor.
“Eu acho que a música principal do primeiro ato é “Corpo Suado”. Inclusive é nossa música de trabalho. É a música que mais transmite essa energia da primeira parte do disco, alegre, pra cima, alto astral. Ela conta totalmente o que essa primeira parte do disco quer passar, a euforia boa de conhecer alguém, estar apaixonado”, elucida o cantor.
Interlúdio
Após esse momento de euforia, o álbum traz um interlúdio com uma mensagem de voz do personagem principal a sua musa, seguido da faixa ‘Marte” feat JOK3R e YOÙN, a mais experimental do disco e que serve como trilha sonora de uma viagem do personagem, sem entrar na narrativa do disco.
Ato II
Vem com as canções “Sonhos Distantes”, “Redimir”, “Tons de Marrom” e “Sintomas de Amor” e narra a parte da relação em que o casal busca fazer o amor dar certo.
“O segundo ato é um pouco mais melancólico. Eu diria que tem duas músicas que são muito importantes: ‘Sonhos Distantes’, porque ela é a que mais conta, talvez, a história dessa mudança, ela conta um pouco dos porquês, as coisas não estão dando tanto certo, e ‘Tons de Marrom’, onde as coisas já estão meio que sendo aceitas. Tipo: ‘tá, entendi, entendi que acabou’, e é a parte, pelo menos pra mim, que o personagem está mais machucado, a parte que ele tá no fundo do poço. O ápice da tristeza do disco, é ali”, revela Ryan.
Ato III
O álbum termina com as faixas “Perto de Mim” e “Alto-mar”, que tratam do fim desse relacionamento a dois e do começe de um novo, agora consigo mesmo.
“’Alto-mar’, sem dúvida, é a música que realmente traz de volta essa questão da superação, de tentar sair desse fundo do poço que ele tava ali após todos esses altos e baixos. É o momento que ele volta. É um sentimento meio ‘tá tudo bem, mas ainda não tá, mas vai ficar’, sabe? Tu consegue ver meio que tem uma luz no fim do túnel, já não é só uma escuridão total. Tu consegue ver que agora tu tá num caminho bom, por mais que as coisas ainda não estejam boas, mas tu já sabe que tu tá numa direção certa, pelo menos”, diz Ryan.
Tons de Marrom
Sempre ligado no conceito e no universo trazido para o álbum, Ryan Fidelis apresenta “Tons de Marrom” como um convite para conhecer seu novo momento artístico, carregado de um olhar próprio particular sobre sua carreira
“‘Tons de Marrom’ tem essa ideia do amor preto. Acho que o nome já é autoexplicativo nesse sentido. E também essas nuances que o amor tem. Existem vários tons de amor, várias formas de amar e cada um tem a sua. E acho que essa cor também representa a energia do disco. Eu escuto o disco e eu penso em marrom na hora. É a minha cor favorita, então, de alguma forma, todo esse disco me remete ao marrom. Não sei, uma coisa meio... Cinestésica. Você escuta e vê alguma coisa. Sente o cheiro, uma cor. O disco me passa a vibe do marrom, essa coisa mais íntima que o disco também tem”, reflete o artista.
A capa também traz o marrom como foco na foto de Igor Reis, que assina as fotos de divulgação e traduz a preocupação estética do trabalho e faz uma conexão com o universo da Moda, tão importante para o cantor. Ryan cursou um semestre de Moda, na Universidade do Estado de Santa Catarina (UDESC), mas teve que abandonar a faculdade pois não conseguiu conciliar com o trabalho. Mesmo assim, não deixou de pensar na imagem e em todo o conceito do projeto.
“A moda surgiu meio que daí na minha vida, mas incluindo ela na música, sempre foi uma coisa que eu achei muito importante trabalhar os visuais, principalmente depois de “ALMA” [primeiro disco do artista]. Minhas roupas mostram para quem não me conhece a minha personalidade, contam um pouco sobre mim mesmo sem eu falar uma palavra. Acho que cada elemento é muito importante para despertar essa curiosidade. É muito importante para mim tomar ter um cuidado especial com a capa e o aspecto visual do trabalho, porque é isso, essa é a primeira impressão que as pessoas vão ter sobre teu disco. Mesmo antes de escutar, é ver a capa, é ver o que aquilo te transmite, a energia”, diz o cantor.
“Tons de Marrom” é um disco de R&B, faz parte do movimento do neo soul brasileiro e tem claras influências de nomes como Djavan, Jorge Ben, Tim Maia, Cassiano e internacionais, como D’Angelo, Lauryn Hill, Michael Jackson, Daniel Caesar, Giveon, Dwalee e Brent Faiyaz. Tem produção musical de Ryan Fidelis, Julio Mossil e JOK3R e já está disponível em todas as plataformas de streaming.
Sobre Ryan Fidelis
"Me considero um contador de histórias", comenta Ryan. "Muita gente fala 'você deve ter sofrido muito para escrever essas músicas', mas na verdade meu processo criativo passa por ter sensibilidade para observar o mundo ao meu redor e adicionar minhas próprias vivências", reflete.
Aos 21 anos, Ryan se destaca no cenário brasileiro por suas letras românticas e por seu talento versátil. O cantor tem a música no DNA. Seu pai, Sandrinho Fidelis, foi vocalista do grupo de pagode de Florianópolis Swing Maneiro, que fez bastante sucesso no sul do Brasil. "Foi uma grande influência. Desde pequeno eu frequentava os shows, inclusive muitas vezes tocando alguns instrumentos", conta Ryan. Ele começou a aprender violão aos seis anos, antes mesmo de aprender a ler e escrever.
Após um ano de aulas com um professor, Ryan foi desenvolvendo as habilidades no instrumento sozinho, construindo suas referências sonoras a partir da influência da família. "Somos uma família que se reúne bastante, sempre com roda de samba, então a base veio daí e foi desenvolvendo naturalmente para elementos da MPB e R&B", conta.
Os primeiros passos no mundo autoral vieram como produtor. Ryan aprendeu a mexer com beats no computador no começo da pandemia e produziu algumas faixas como beatmaker para amigos da própria cidade. Aos poucos, começou a canetar suas primeiras composições, até lançar seu primeiro single, "É Tu", em 2023. Durante este período, o cantor se inscreveu no The Voice, chegando até a etapa final das seletivas.